O embargo terminou hoje e o veredito é incomumente positivo. A IGN destaca lutas contra chefes memoráveis, combate envolvente e pura atitude. A GamesRadar o considera um candidato a Jogo do Ano cujo combate é tão bom de jogar quanto de assistir, e seu crítico sugeriu "kungfupunk" como um possível novo gênero favorito. A Wccftech o classifica como um dos melhores RPGs de ação da geração. A resenha da Polygon vai além, colocando Phantom Blade Zero na liderança entre os jogos melhor avaliados de 2026 no Metacritic.
A dúvida era real e justificada. Quando o jogo apareceu no PlayStation Showcase de maio de 2023, parecia polido demais para um estúdio cujos trabalhos anteriores eram projetos indie e mobile menores. Depois veio o longo silêncio, e a conclusão padrão da internet de que era apenas um trailer sem jogo por trás. As críticas sugerem que o "nada" acabou sendo muito.
O que os críticos mais destacam é a sensação. O revisor da Eurogamer descreve paradas que viram cambalhotas em câmera lenta, um chute na cara dado no meio de uma facada, e um inimigo a cavalo chutado de sua montaria para ser atropelado por seu próprio cavalo. A GameSpot argumenta que o estilo está integrado à mecânica, não apenas superficial. A Push Square tem a melhor frase do dia: "Tenho alma, mas não sou um Soulslike".
As ressalvas também são consistentes. A manchete da GameSpot diz que o combate é tão bom que você não se importará com a história sem sentido, e observa que problemas reais o impedem de estar no topo do gênero. Essa é a troca — jogos de ação com personagens raramente contam histórias cativantes, e este aparentemente não finge o contrário. A Game Informer ainda está finalizando sua análise, mas já o chama de um dos melhores jogos de ação que já jogou.
Para a primeira investida em AAA de um estúdio chinês voltado ao ocidente, isso é uma declaração. Jogos de ação são dominados por equipes japonesas e ocidentais há duas décadas. O próximo sério concorrente aparentemente veio de outro lugar.
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